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Eu não sou o seu ex.
É tão difícil entender isso? Não existe um dia se quer em que você não me compare e isso está desgastando a nossa relação. Ele se foi, e hoje sou eu quem faz parte da sua vida. Só que não parece, porque você faz questão de trazer o passado à tona. Foi ele quem deixou o seu coração em pedaços, não eu. Eu sou o cara que se dispôs a te ajudar, a colar cada pedacinho. Eu sou o cara que quer te dar motivos pra sorrir e mais do que isso, o cara que quer ser o motivo do seu sorriso. Sou o cara que lembra de você, mesmo quando é esquecido. Sou o cara que pede desculpas porque o orgulho é um grão de areia comparado a falta que você me faz. Só que é difícil. Se coloca no meu lugar só uma vez e tenta entender que você está me afastando. Eu não tenho culpa. Você não pode se fechar desse jeito. Eu não vou te ferir. Não como ele. Discutir é normal. O que não é normal, é você achar que vou atravessar a porta e nunca mais vou voltar. Não é normal essa sua mania de pegar meus erros e amplifica-los. Eu sou humano e erro, assim como você, assim como todo mundo. Eu ainda estou aqui por você, não estou? Eu ainda estou aqui pelo que sinto. Continuo aqui para desfazer a sua verdade de que todo homem é canalha. E estou disposto a fazer tudo o que estiver ao meu alcance para que você entenda que eu posso te fazer feliz. Só que você precisa se permitir. Você precisa me deixar tentar. Você precisa olhar pra mim e enxergar uma possibilidade de ser feliz porque eu apostei todas as minhas fichas em nós.
Querido John.  (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

(Source: querido--john)

Você é meu descuido.
Você é aquela planta que eu esqueci de cuidar, mas que não morreu. Você é aquela ideia incrível que eu tive durante a noite, mas esqueci de anotar e pela manhã, já não consegui lembrar. É a luz que eu esqueci de apagar antes de dormir, é a janela que eu esqueci de fechar enquanto acontecia uma tempestade, é a agulha que eu esqueci de colocar no lugar antes de desligar a vitrola. Você é a gaveta que eu esqueci de arrumar, é a poeira que eu esqueci sobre os livros, é o vestido que eu ia usar na festa, mas esqueci de lavar. É a carta que eu escrevi delicadamente, mas esqueci de enviar. Você é o café que eu esqueci na xícara, a vela que eu esqueci de comprar, o sonho que eu tive e achei tão bonito, mas no outro dia não consegui lembrar. Você é aquele susto que me abalou imensamente, mas que hoje não me lembro. É a fumaça que sai do meu cigarro com a liberdade do caminho desconhecido. Você é aquele vizinho com o qual nunca troquei uma palavra, é o sapato esquecido debaixo da cama, é aqueles passos que são dados na areia da praia a noite e que na manhã seguinte, o mar já devorou. É o reflexo nos óculos, que da mesma forma que chega, vai e sequer penetra. Você é o vento que é tão glorificado quando passa, mas esquecido quando se vai. É a cortina que eu esqueci de arrumar, é a cadeira entulhada que já não pode ser usada, é o fio de cabelo que se soltou e já não tem mais função alguma.
Você é o descuido das mãos que não se tocam, uma ao lado da outra, no ônibus. É o meu desejo despercebido e esquecido no canto mais bonito da casa.
o que arranha; mariá  (via sonhavas)

(Source: a-u-e)

Eu te entendo, sei que você tem todos os motivos do mundo pra estar com medo e desconfiar do nosso futuro juntos, mas quero que entenda que eu estou e sempre vou estar ao seu lado. Por mais que briguemos todos os dias, por mais que você grite comigo, eu não consigo ficar sem você, e não posso passar uma noite se quer sem você comigo. Obrigado por me aturar, aguentar minha bipolaridade e minhas grosserias, me apoiar e me desculpar mesmo quando estou super errado. Estou me esforçando pra te fazer feliz, mesmo que este não seja o melhor de mim. Vou me dedicar pra que a gente vire “nós”. Eu te amo já te disse isso, sei que não foram tantas vezes tanto quanto você. Mas isso é porque eu aprendi da forma mais difícil possível que “eu te amo” não é “oi” que se fala o tempo todo. Espero que me entenda e perdoe minhas falhas, quero o nosso melhor.
Ps: eu te amo.   (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

(Source: coudlks)

Vi a Tati Bernardi falando que “O vinho mais caro não serve pra nada quando a sede é de água.” E logo me lembrei de você, me lembrei que nenhuma loira gostosa ou morena sexy conseguirá ocupar teu lugar no meu coração ou preencher este vazio que tu deixaste. Quem cativa a gente fica pra sempre. Você me cativou. Você me encantou. Você me ganhou. Não vou exagerar usando aquelas falsas hipérboles e falando que não sei viver sem você, porque é mentira, consigo viver sem você. Mas não vivo bem. Sinto falta de dançar contigo. Minhas únicas companhias para as danças tem sido a solidão, a tristeza, a nostalgia e principalmente a saudade. Mas essas companhias não sabem dançar, elas pisam no meu coração. Eu quero você, pisando apenas no meu pé. Volta amor, to com saudade.
nando12.   (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

(Source: nando12)

Com tanto potencial pra acabar com a minha vida, sabe o que ele quer? Me fazer feliz. Olha que desgraça. O moço quer me fazer feliz. E acabar com a maravilhosa sensação de ser miserável. E tirar de mim a única coisa que sei fazer direito nessa vida que é sofrer. Anos de aprimoramento e ele quer mudar todo o esquema. O moço quer me fazer feliz. Veja se pode. Não dá, assim não dá. Deveria ter cadeia pra esse tipo de elemento daninho. Pior é que vicia. Não é que acordei me achando hoje? Agora neguinho me trata mal e eu não deixo. Agora neguinho quer me judiar e eu mando pastar. Dei de achar que mereço ser amada. Veja se pode. Anos servindo de capacho, feliz da vida, e aí chega um desavisado com a coxa mais incrível do país e muda tudo. Até assoviando eu tô agora. Que desgraça. Ontem quase, quase, quase ele me tratou mal. Foi por muito pouco. Eu senti que a coisa tava vindo. Cruzei os dedos. Cheguei a implorar ao acaso. Vai, meu filho. Só um pouquinho. Me xinga, vai. Me dá uma apertada mais forte no braço. Fala de outra mulher. Atende algum amigo retardado bem na hora que eu tava falando dos meus medos. Manda eu calar a boca. Sei lá. Faz alguma coisa homem! E era piada. Era piadinha. Ele fez que tava bravo. E acabou. Já veio com o papo chato de que me ama e começou a melação de novo. Eita homem pra me beijar. Coisa chata. Minha mãe deveria me prender em casa, me proteger, sei lá. Onde já se viu andar com um homem desses. O homem me busca todas as vezes, me espera na porta, abre a porta do carro. Isso quando não me suspende no ar e fala 456 elogios em menos de cinco segundos. Pra piorar, ele ainda tem o pior dos defeitos da humanidade: ele esqueceu a ex namorada. Depois anos me relacionando só com homens obcecados por amores antigos, agora me aparece um obcecado por mim que nem lembra direito o nome da ex. Fala se tão de sacanagem comigo ou não? Como é que eu vou sofrer numa situação dessas? Como? Me diz? Durmo que é uma maravilha. A pele está incrível. A fome voltou. A vida tá de uma chatice ímpar. Alguém pode, por favor, me ajudar? Existe terapia pra tentar ser infeliz? Outro dia até me belisquei pra sofrer um pouquinho. Mas o desgraçado correu pra assoprar e dar beijinho.
Tati Bernardi.  (via frasesmalfeitas)

(Source: transformo)

Na vida, apenas uma coisa é certa, além da morte e dos impostos. Não importa o quanto você tente, não importa se são boas suas intenções, você cometerá erros. Você irá machucar pessoas. E se machucar. E se algum dia você quiser se recuperar há apenas uma coisa que pode ser dita. Esquecer e perdoar. É isso que dizem por aí. É um bom conselho, mas não muito prático. Quando alguém nos machuca, queremos machucá-los de volta. Quando alguém erra conosco, queremos estar certos. Sem perdão, antigos placares nunca empatam, velhas feridas nunca fecham. E o máximo que podemos esperar é que um dia tenhamos a sorte de esquecer.
Grey’s Anatomy    (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

(Source: enttreaspas)

Ele me deu um pé na bunda. E doeu. Fiquei sem entender direito o motivo. Tudo parecia bem. A gente parecia bem. O mundo parecia um lugar bonito e seguro. Eu parecia bonita e segura. E de repente as coisas mudaram. Ficou um vazio grande no lugar dele. Ficou uma sensação de perda dentro de mim. Na hora em que o calo aperta e o coração quase derrete não adianta falar de tempo. Enfia o tempo no bolso e sai daqui! Não quero saber se o tempo cura, não quero ouvir que ele é o melhor remédio para todos os males. Não quero sair, não quero conhecer gente nova, não quero achar novo amor. Aproveita e enfia o novo amor no bolso também. Eu quero é ele. Ele, ele, ele. É que não tem ninguém igual. É que não vai ter sentimento igual. É que não vai ter outra pessoa que seja assim, tão única, tão perfeita, tão, tão…sabe? Não vai ter, eu sei. Eu sei e todo mundo sabe, não sei por qual motivo, razão ou circunstância ficam me enrolando e tentando me passar a perna com esse lance de o-que-é-seu-tá-guardado. Tenho certeza que ele é a minha alma gêmea. Eu nunca acreditei nisso. Até conhecer aquele homem. Meu Deus, ele é a metade da minha laranja. Por ele eu mataria e morreria. Por ele eu seria sempre melhor. Por ele eu seria até capaz de virar Amélia, a mulher de verdade. Por ele. Ele, que fez com que eu entendesse o amor. Ah, o amor. Aquele cretino. Aquele safado. Aquele ordinário. Aquele sem vergonha que faz a gente entregar o coração e acabar de mãos abanando e sangrando. Nunca mais vou amar ninguém. Não quero. Não vou. E não adianta você voltar com aquela história do tempo. E não adianta querer me levar pra sair, pra conhecer gente, pra esfriar a cabeça. Não quero saber de toda aquela baboseira de cortar o cabelo, renovar o guarda-roupa, começar a malhar, frequentar novos lugares, mudar velhos hábitos, incrementar o dia a dia. Não quero saber de tudo aquilo que as mulheres fazem para tentar achar A Cura. Não quero me curar. Quero beber todo dia uma vodca barata. Ou cara, depende do dia do mês. Quero beber e ficar sozinha. Prometo que não vou encher os ouvidos das amigas, das colegas de trabalho, dos amigos gays, da vizinha do andar de cima, da minha mãe. Prometo que nem vou buzinar nos ouvidos do terapeuta. Juro que me comporto. Fico eu, o pouco de sanidade que resta, o copo sempre cheio de vodca, algumas lágrimas e um punhado de recordações. Quero isso. Quero a depressão. Quero a fossa. Quero me acabar. Quero ficar arrasada para sempre. Quero ficar pensando nele o dia todo. Recordando cada momento que passamos juntos. Não quero saber de me entupir de chocolate e carboidratos. Vou fazer greve de fome até morrer. E antes vou deixar um bilhete: morri, seu idiota. Morri. Acho que agora estou entrando naquela fase da raiva. Aquela em que a gente imagina o cara de terno e gravata fazendo cocô. Aquela em que a gente começa a pegar nojinho. Aquela em que a gente usa todos os palavrões para definir o infeliz. Aquela em que a gente sai da fase da música de corno para cantar bem alto “I’m Every Woman” de braços abertos, abraçando o infinito, até ficar rouca e louca. Guardei as fotos em uma caixa e escondi ela no fundo do armário. Melhor deixar longe. Melhor não ver. Melhor parar de fuçar no Facebook. Melhor deixar de seguir no Twitter. Melhor deletar o telefone do meu celular. Melhor não dar uma espiada na vida da ex. Não quero mais saber o que ele come, se sente frio, se reatou com a antiga namorada, se continua lindo de morrer, se acabou comprando aquele tênis que eu disse que combinava com ele. Não quero saber nada disso. Quero virar autista e fingir que ele nunca existiu. Assim sofro menos. Assim vivo mais. Hoje eu reparei que as olheiras diminuíram. E que deixei de chorar. Me achei mais corada. Menos pálida. Mais bonita. Uma beleza melancólica. Tem um pouco de tristeza nos meus olhos. Mas vou me maquiar. Senti vontade de me arrumar. Pra mim. Para meu espelho. Pra me animar. Uma amiga me convidou pra um happy hour. Vou. Uns caras me olharam, me senti mais mulher, me senti bem. Quase não lembrei dele. Estou trabalhando bastante. É bom ocupar a cabeça. Parei um pouco de beber. Arrumei minhas gavetas. Joguei umas coisas fora. Decidi limpar as coisas por aqui. Acendi um incenso. Dancei sozinha na sala. Ri. Fui na padaria. Comprei pão francês e queijo cottage. Decidi dar uma volta no Ibirapuera. O dia está tão lindo. Encontrei uma velha conhecida. Conversamos. Marcamos um sushi para o dia seguinte. Fui jantar com a velha conhecida. Me diverti. Voltei pra casa, assisti um filme bobo, lembrei dele, chorei, sequei as lágrimas e me perguntei: por que estou chorando? Entrei no Facebook e vi uma foto dele com uma mulher peituda. Chorei mais. Dormi chateada e pensei isso-nunca-vai-passar. Comecei a caminhar todos os dias pela manhã. É melhor, vou para o trabalho com mais ânimo. Um cara bem interessante caminha por lá também. Não usa aliança, está sempre sozinho, ouvindo música e com o olhar longe. Parece eu. Me distraí. Esbarrei no cara. Ele se desculpou e sorriu. Nossa, que sorriso bem lindo. Senti uma coisinha no peito. Sorri de volta e segui andando. Na outra volta encontrei ele de novo, que sorriu mais uma vez. Para, que vou morrer aqui. Na outra volta eu já estava cansada, mas ansiosa por aquele sorriso. Ele sorriu. Me derreti. Parecia uma abobada. Voltei pra casa. No outro dia acordei feliz da vida, o cara sorridente ia estar lá de novo. E estava. E sorriu. E sorri. E ficamos nessa por uma semana. Até que ele pediu meu telefone, eu dei e ele me ligou. Quer ir ao teatro comigo? Quero. Enquanto eu me arrumava ele me ligou. Ele, que me deu um pé na bunda. Não atendi. Sorri. E tentei lembrar a última vez que lembrei dele. Não consegui. Talvez eu volte a acreditar no amor de novo. Talvez eu nunca mais sofra. Talvez. A vida é cheia de “talvez”, mas uma coisa é certa: o tempo ajuda. E não adianta você dizer que não e tentar lutar contra isso.
Clarissa Corrêa. (via abstinenc-e)

(Source: terminar)

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